quinta-feira, 14 de março de 2013

Habemus cérebro?

Alguém me explicará qual é a surpresa de Francisco, lá porque é Francisco e Jesuíta, ser contra o aborto e a eutanásia? Mas queriam o quê? Perceberão sequer o porquê de a Igreja ser contra a aniquilação da vida? Tanto anti-católico à espera de milagres que por aí anda, haja coerência senhores.

(Não é que interesse mas eu cá gosto de Jesuítas, conheço vários e gosto da sua mente aberta, é que nem parecem párocos)

12 comentários:

  1. Não é Franscisco I, é apenas Francisco. O Vaticano já clarificou o nome. O anunciado foi Francisco mas alguns "jornalistas" extrapolaram que seria Francisco I. Mas não será apenas Franscisco. E, obviamente, Pipoca tens todas a razão: comos eria possível existir um papa pró-aborto ou eutanásia? Mas será possível que não vejam a incoerência?

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    1. Corrigido. Realmente não faz sentido. O primeiro, só é primeiro quando aparece um segundo.

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  2. Não é Franscisco I, é apenas Francisco. O Vaticano já clarificou o nome. O anunciado foi Francisco mas alguns "jornalistas" extrapolaram que seria Francisco I. Mas não será apenas Franscisco. E, obviamente, Pipoca tens todas a razão: comos eria possível existir um papa pró-aborto ou eutanásia? Mas será possível que não vejam a incoerência?

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  3. Não é Franscisco I, é apenas Francisco. O Vaticano já clarificou o nome. O anunciado foi Francisco mas alguns "jornalistas" extrapolaram que seria Francisco I. Mas não será apenas Franscisco. E, obviamente, Pipoca tens todas a razão: comos eria possível existir um papa pró-aborto ou eutanásia? Mas será possível que não vejam a incoerência?

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  4. Apesar de entender a pouca abertura da Igreja, há questões que me parecem razoáveis de aceitar. Aborto em caso de violação, por exemplo, não deveria ser considerado pecado. Assim como o divórcio deveria ser aceite em caso de traição.

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    1. Nunca o poderá ser, visto a vida humana ser uma graça de Deus e como tal inviolável.
      Quanto ao divórcio... bem o casamento é um sacramento, um juramento solene perante Deus de união e fidelidade para toda a vida, ao que me lembro os nubentes dizem "até que a morte nos separe". Aos olhos da Igreja o divórcio não é pecado porque não existe

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  5. Cara P+P, é um tema que me passa literalmente ao lado, mas se de facto será pedir demais, mesmo a um jesuita, ter outra linha de raciocinio que não essa (anti aborto, anti eutanásia), que até é um dtº que lhe assiste, não deixa de ser interessante analisar que uma agremiação que promove como "missão" o respeito pelo outro, seja tão intolerante. mas isso deverá preocupar quem "paga" as quotas. boa sorte para o senhor Francisco que vem do fim do mundo (ele sabe onde é a Argentina, certo?).

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  6. Menta aberta?!?!?
    "Acredito que o branco que eu vejo é negro, se a hierarquia da igreja assim o tiver determinado." (Inácio de Loyola)

    Quantos mataram eles no Brasil?

    Tu não deves saber do que falas!

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    1. Oh Anónimo, não me diga que se ficou pelo ano de 1500. É que nós já vamos uns séculos à frente, sabe? Hoje em dia não se mata ninguém por não ser católico, embora haja por aí muito extremista muçulmano que mate os católicos, apenas por estes o serem... Que ironia, não é?

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    2. E mente aberta sim. Posso referir-lhe vários nomes. Padres meus amigos. Mente aberta.

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  7. de acordo, do papa e dos jesuitas e da companhia de jesus, gente fina...

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