quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Gracinha

Gracinha, venha cá minha querida há um tempo que não conversávamos, sabe o que lhe digo? O seu trabalho é admirável, que é, isso ninguém pode negar, sei que o faz com a melhor das intenções mas a menina sabe que as doações são voluntárias não sabe? E que cada um dará o que muito bem entender, quando e como o entender, verdade? Por muito que nos custe não podemos obrigar ninguém a dar nada, a coisa deixaria de ser uma doação, passaria a ser uma obrigação. Faço-me entender? Agora vá lá, ajude, divulgue, mas não tente coagir, não? É feio e fica-lhe mal. Muito mal.

18 comentários:

  1. O Cunhado do Acutilante17 de janeiro de 2013 às 10:39

    Pipoquinha, chegue-se a mim querida, a Pedrinha não vai gostar e tem razão.
    E o Pai Natal também vai ficar desgostoso com a Pipoquinha que anda a roubar a fé de quem a tem nele.

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  2. Caramba!
    Pipoca, a carapuça da Gracinha quase que me serviu!

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    1. Cunhado do Acutilante17 de janeiro de 2013 às 12:43

      Pois também eu pensava mas ainda bem que me enganei.
      Podem continuar com os beijinhos de muiiiiiiiiitttttttaaaaa
      empatia.
      Porque é que não abres a tua casinha aos anónimos? Pareces ser uma gaja porreira e como te trancas até vão pensar que tens pecados muito pecaminosos.

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    2. Olá Acutilante!
      E sou! Porreirissima!
      E tenho! Pecados escabrosos! Mesmo! Dos bons!
      Isso de abrir a casinha é que é pior...quando me tocam à porta gosto muito de ver quem lá está (pelo intercomunicador) para saber se abro a porta ou não; é que tenho muito medo de ser assaltada no elevador...
      :DD

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  3. Ah ah ah por acaso não. Isto é mais a respeito da última onda das redes sociais, agora querem obrigar alguém a doar medula.

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  4. Isto ultimamente é só ondas, é a da Pepa, do Zico, da medula, já enjôa muito, qual será a próxima?

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  5. A próxima deve ser uma incursão exaustiva e, quiçá bastante proveitosa, aos domínios restritos aos grandes privilegiados sobre amores assolapados, e discorrer sobre a grande temática do ser ou não ser, se é ou não, se foi ou pode ser, se há ou haverá algo de mais transcendente que um beijo salivado, género canibalesco devorador do órgão gustativo, dado em plena rua em hora de ponta.

    Vai ver que é isso. Só deve a andar numa de pesquisa a fim de falar com conhecimento de causa.

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    1. Não seja assim Pássaro, longe de mim falar de tal coisa, ainda se parisse uma criança no meio da rua... Agora um beijo? Naaaa.... Vou arranjar um tema mais interessante.

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  6. Uma atriz japonesa pediu sémem, mas pelos vistos, essa conseguiu mais de uma centena de donativos,..!
    talvez se pedisse medula fosse mais difícil também..!

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  7. Obrigar alguém a doar medula? Mas a pessoa não se tinha VOLUNTARIADO? E já não tinha feito a avaliação clínica pré-cirúrgica? E não a deixaram desistir quando assim o decidiu? Onde é que está a obrigação?

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    1. Pois é isso mesmo. Não existe. Anda tudo à procura do dador compatível que desistiu. Dizem que dó pode estar muito mal informado...

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  8. Li agora na Ursa que afinal o dador não desistiu e que esta palhaçada foi um boato. Estou chocada.

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    1. Hã???? Mas a Sónia disse que tinha falado com a mãe do Gonçalo. E que a coisa tinha sido confirmada... Que palhaçada ...

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    2. E a prima também confirmou, aliás foi onde eu vi...

      http://semacucarsefazfavor.blogspot.pt/2013/01/o-dador-do-goncalo-recusou.html#comment-form

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    3. Pelo amor da Santa! Olhem sabem que mais? Vou ler o Idiota, na sua tradução para japonês.

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    4. Vá lá, tarde mas atinou!

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