quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

De novo a Isabel

Isabel, venha cá querida, chegue-se aqui à minha beira, não... puxe antes essa berger verde, sempre é mais confortável, dá-me licença que lhe chame Belinha? Por falar em Belinhas, vem-me à lembrança que a Isabel está a precisar de umas belinhas, ou de uns açoites, enfim, de algo que a faça calar a boca. Vamos concordar que a Belinha fez uma grande obra, sim? Ajudou a erguer o BA e transformou-o no que ele é hoje, não interessa se o fez para se sentir bem, para ter destaque social, na verdade apenas interessa que o fez, que ajuda a dar de comer a quem tem fome. Mas, minha querida, as pessoas têm de ter a consciência dos seus valores e fraquezas. Isto lá porque nós achamos que somos importantes, que podemos dar entrevistas e dizer o que a nossa cabecinha vai produzindo não é bem assim, pelo menos quando representamos instituições. Sabe minha querida? É que depois há uma série de imbecis que acham que a instituição é tão imbecil quanto a sua líder, e depois os imbecis deixam de contribuir, e depois há menos comida, e depois há mais fome. Está a entender minha querida? Agora, querida, querida Belinha, vá lá entreter-se a recolher alimentos, é uma nobre causa, mas por favor feche a boca, sim? É fácil, a Pipoca ajuda... pedirá a alguém com dois dedos de testa que lhe escreva um discurso, que decorará e repetirá sempre que para tal for solicitada. Assim fala sem abrir a boca. Pode ser? Agora vá, minha querida, vá em paz que Deus a acompanhe.

9 comentários:

  1. De facto, a senhora parece ter tomado o gosto em falar. E se na primeira eu achei um exagero as críticas feitas, desta vez não entendo a necessidade dela de fazer estes comentários.

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  2. Peço desculpa, sim? Escrevi cabeça, emendei, e por engano deixei lá ficar a cedilha. O que vale é que há sempre alguém pronto a detectar um errozito.
    Está emendado. Obrigada

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  3. Ninguém lhe explicou ainda que em boquinha fechada não entra mosca nem sai disparate...

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  4. Até que enfim que escreve algo de jeito, começava a perder as esperanças.

    Eu imbecil me confesso, este ano já não dei nada para o peditório. Tal como o deixei de fazer para a AMI em anos anteriores.

    Mas receio que esteja enganada, não é uma questão comunicacional, é mesmo uma questão ideológica.

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  5. Obrigada por acreditar em mim Pedro. Posso chamar-lhe Pedrinho?
    Nada a ver com política, tudo a ver com personalidade. Nem toda a direita é o bicho papão. Gente assim aborrece-me embora continue a pensar que foi injustamente crucificada aquando da entrevista televisiva

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  6. Pode chamar-me tudo, deixo ao seu critério e bom gosto conforme as ocasiões.

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  7. Desde que o escritor de discursos não seja o mesmo que o do Bush...safa-se.

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