sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Serão mesmo necessárias palavras?

13 comentários:

  1. Ainda na senda da Greve, dita Geral.
    Segundo um estudo levado a cabo pelo economista Luís Bento, um dia de greve geral custa ao país cerca de 764 milhões de euros.

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  2. A greve geral custa a quem a faz, custa um dia de salário.
    O resto são canções de embalar.

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  3. O proletariado perde um dia de salário.
    O patronato poupa um dia de salários.
    As empresas perdem um dia de produção, mas poupam um dia de despesas fixas e parte de despesas variáveis.

    Mais sério ainda?
    A polícia quando investe contra a multidão fecha os olhos,leva tudo à frente e só para quando há sangue. É propositado e são treinados para isso...é uma técnica chamada dissuasão para o futuro.

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  4. Estava tudo a correr tão bem até começarem a destruir o que é de todos...

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  5. Pedro,
    Peço desculpa mas o que está a dizer não faz o menor sentido. É extraordinariamente ingénuo acreditar que quem sai a perder são os trabalhadores, num dia de salário.
    Os custos fixos não variam, tal como o nome indica, independentemente da produção ou vendas. Impossível diminuir rendas, alugueres de equipamentos, leasings de frotas e mais um sem número de items, em função da produção. Vamos pensar numa fábrica, devido à greve teve uma paragem forçada de um dia. A menos que consiga compensar a produção no resto do mês (o que acontece somente se não estiver com a capacidade optimizada), vai produzir menos. O que significa que o custo de produção unitário aumentou (via factor de diluição de custos fixos). Se o produto for vendido ao mesmo preço, coisa que em princípio acontecerá, temos uma diminuição de margem e de produtividade.
    Com serviços passa-se exactamente o mesmo.
    A juntar a isto tudo, temos que o Pedro partte do pressuposto errado de que o que não se vendeu hoje, será compensado amanhã. Não é verdade, há uma quebra real do consumo.
    Os custos de uma greve são brutais e muito para além do ordenado perdido (coisa que per se já provoca uma retracção de consumo, visto haver menos dinheiro disponível).

    Quanto à polícia, tem toda a razão. Quando carregam é a doer e vai tudo à frente. É assim mesmo que tem de ser ou seria impossível 300 homens, dominarem uma multidão de 3000. A polícia está sempre em inferioridade numérica. Quem estava ali feito mirone, deveria saber o risco que corria. Preferiu ficar, sempre ouvi dizer que a curiosidade matou o gato, talvez para a próxima decida ir embora, até porque a manifestação já tinha acabado. Restavam os arruaceiros, foram todos tratados como tal e muito bem.
    Reitero o que disse, um grande elogio à nossa polícia que se portou admiravelmente.

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  6. A quem a faz não custa seguramente porque se custasse não a fazia.
    Ficam sem um dia de salário, é verdade, mas como diz o outro, quem corre por gosto não cansa.
    B F S para todos.

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  7. Sem dúvida quem quem estava a investir contra a polícia eram certamente pais de família sem ter o que por na mesa! Cambada de delinquentes que não sabem o que é fazer um esforço por trabalhar. A greve tudo bem estou de acordo, manifs tudo 5 estrelas agora apedrejar e atirar tudo e mais alguma coisa à polícia...tá mal pois tá mal.
    E quando investiram foi tudo à frente, claro! Faziam o quê iam desviando os "inocentes", quem não quis apanhar dispersou e foi embora com o fim da manif ou não estava sequer perto dos desordeiros. Na minha opinião deviam ter sido as próprias pessoas, pacíficas que estavam a fazer ouvir a sua voz que os deviam ter parado...mas ver também é giro, ter alguém que atire pedras em nosso nome é excelente, assim não mostro que sou mal criado e um pacóvio sem cabeça. Eu acho que a policia fez o seu papel, aguentou aguentou e depois carregou para dispersar, inocentes foram apanhados, pois é verdade mas paciência.

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  8. Jibóia, 100% de acordo. Mas se disser que ainda foi pouco sou apedrejada, virtualmente falando. Basta ver como a policia actua mesmo aqui ao lado, em Espanha.

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