sábado, 10 de novembro de 2012

Mais vale não fazer nada que ser apedrejado em praça pública

O tempo moderno conspurcou a caridade, reduzida a esmola aviltante. Por isso, um furioso sindicalista, passo o pleonasmo, vociferava na televisão: «Não queremos caridade!»
Quando a irmã de Lázaro jorrou, sobre os pés do Mestre, um nardo puro de grande preço, Jesus aprovou aquele gesto sublime de amor, mas houve quem, em nome dos pobres, se indignasse.
Foi Judas Iscariotes, um dos Seus discípulos, aquele que O havia de entregar.

Excerto de um texto escrito por Gonçalo P. de Almada

11 comentários:

  1. Querem lá ver que estamos a comparar a Jonet a Cristo?
    hahahahahahahahahahahahah

    Pobre Judas Iscariotes... Se não fosse ele, que boneco colocavam vocês na cruz?

    "E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus." Mateus 19:24

    Por isto, tanta caridadezinha das ratas de sacristia e das papa hóstias!

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  2. Eu bem sabia que estava coberta de razão quando, lá atrás, disse que os portugueses eram estúpidos, incapazes de compreender uma metáfora.
    Olhe é isso mesmo, estou a comparar Jonet a Cristo. Senhor, eles não sabem o que dizem...

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  3. Comparar Jesus às sacristias é puro sacrilégio. Por um lado, Jesus desafiou o "Status" da época e acabou por ser condenado. Por outro, as sacristias com os seus padres gulosos por dinheiro e poder mais as respectivas ratazanas também ávidas de notoriedade para lhes preencher as vidas vazias. São água e azeite - nada têm em comum!

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  4. Isso é demasiada porcaria religiosa na cabeça, o ópio do povo... Religião e Salazar ...

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  5. Pensei que era picante por ser mordaz, audaz! Afinal é uma tia de Cascais com a mania que é esperta e com pensamentos muito redutores, conservadores sobre o mundo. A outra pipoca pelo menos tem piada...

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  6. Oh por favor... não serão mesmo capazes de interpretar uma metáfora? Será assim tão difícil? Mas a vossa Pipoca é paciente e explicará. Mais tarde, sim?

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  7. Pipoca, não vale a pena.
    "eles não sabem o que fazem, nem o que dizem", coitados...

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  8. Outra coisa que me faz um bocadinho de espécie é esta moda de detestar os católicos.
    Sou a primeira a criticar a Igreja em muitas, muitas coisas. Mas os princípios católicos são genuinamente bons. Caramba, falamos de amar o próximo e não fazer aos outros o que não gostamos que nos façam a nós. É mau, isto?

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  9. Pipoca, nem é preciso dizer mais nada...
    Cabeças poucochinhas...
    Falam, falam e nem sabem o que dizem...
    Saberão eles que AGULHA eram pequenas portas laterais nos fundos das muralhas que cercavam as cidades naquela época? Pela porta principal só passavam os mais bem quistos, ilustres e visitantes nobres; Pela agulha passavam os trabalhadores, e os mercadores;
    Também "camelo" era e é o nome dado a um cabo (corda) utilizado para atracar navios.
    Mas para que é que eu estou p´ráqui com estas explicações?
    Perdoai-lhes senhores porque não sabem o que dizem!
    E também, vozes de burro não chegam aos céus!

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  10. Acha mesmo que tal seria possível? Isso seria pedir às gentes que se debruçassem sobre o porquê das coisas, que enfim tentassem pensar pelas suas cabecinhas em vez de emprenharem pelos ouvidos.
    Mas a teoria divide-se há quem diga que ouve uma troca intencional da palavra kámilos por kámelos, há quem diga que não está provado que existissem agulhas em Jerusalém, sendo estas posteriores. Certo é que Jesus se referia ao apego à riqueza e a dificuldade da separação dos bens materiais, não à impossibilidade.
    O Antigo e Novo Testamento, estão todos eles assentes em metáforas. É preciso pensar e decifrá-las à luz da época. As coisas são como são e nem todos o conseguem fazer.

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