sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Segurar a cabeça nas mãos para que ela não voe qual balão colorido

Já tinha falado aqui disto, de inteligência, de segurar, literalmente, a vida. com dois filhos e a uma hamster cá fora, cada vez penso mais nisso.
Acho que hoje em dia as prioridades estão muitas vezes trocadas, dizem-se coisas sobre tudo, mas quando se trata de pensar, parece que há um certo tabú em usar a massa cinzenta. como se desse azar fazê-lo ou como se estivéssemos a chamar o desastre.
A nossa vida, os nossos objectivos são exactamente aquilo que precisa de ser pensado. E não só para proteger os nossos em caso de nos acontecer alguma coisa, mas para nos protegermos a nós também.
Um cérebro pode ser mais do que aquilo que julgamos que é. Pode ser o que nos salva em caso de perigo súbito e imediato. Pode ser a diferença entre esperar que a vida se resolva ou atacar o problema assim que surge. É uma maneira de garantir o nosso futuro e o conforto das pessoas de quem mais gostamos.

Aconselho-vos a simularem o uso do vosso cérebro AQUI.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Eu cá acho que a Catarina Martins também deveria ter sido nomeada para aquilo dos blogs de Ouro.

"Comprar casa não é investimento. Investimento é quando se cria valor. Investimento é quando se criam postos de trabalho"

(ela voltou à antiga profissão não voltou? Mas agora numa vertente ligeiramente diferente... agora faz Stand Up Comedy...)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Daquilo dos blogs de Ouro ou lá o que é

Por onde começo? Pelo facto de Media Capital ter organizado aquilo e ter lá uma série "dos seus" blogs IOL? Pela NIT e respectivos laços afectivos com a Mais Doce? Por alguns dos jurados? Pelas categorias escolhidas? Pelos blogs que vivem de prostituir vender as suas criancinhas na internet a troco de umas férias e uns pacotes de detergente à borla? Pelas votações a cada 24 horas? Pelo facto de termos o "Às nove" na categoria de melhor blog de entretenimento? Caramba, é que aquilo é o maior tédio de que há conhecimento nisto dos blogs, há anos que a rapariga se supera, conseguindo levantar-se das quedas que a vida lhe proporciona, tenho cá para mim que o chão que ela pisa deve ser algum trampolim, há anos que está de dieta e nos vai presenteando com pequeno-almoços e lanches do demo, há anos que nos mostra as casas onde podia viver a sul. Enfim... há anos e anos que escreve sempre o mesmo post, aposto que ela se desmancha a rir cada vez que o Salgado vem com essa bizarria, de estar sempre a escrever o mesmo post, ela dá-lhe dez a zero nesse particular. Entretenimento? Uma pessoa tem de achar graça à ironia.
Tanto por onde pegar e eu com tão pouco tempo...

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Se a coisa se torna hábito...

E se os Émes, as Cês, as Pês e Tês põem os olhos nisto , não sei o que vai ser da nossa bloga, é um instantinho enquanto se acaba todo um vocabulário extremamente interessante de tops, kits e pintas, lá vão os comentadores ter de pôr de lado os seus entusiasmados "que amooooorrr", nunca mais as coisas vão ser como são, é até capaz de as Dodot e a Bledina deixarem de ser comercializadas, que isto sem publicidade nos blogs não há cá vendas, o detergente para a máquina idem, as empresas abrem falência, uma série de gente despedida, enfim... um verdadeiro desassossego. E tudo isto porque houve uma santinha que cresceu e achou que os seus pais são uns verdadeiros imbecis por publicarem fotografias dela, em criança, na internet. Onde já se viu? Não poder usar os nossos filhos ao nosso gosto? Afinal qual é o mal de os fotografar, ainda que nus, para o mundo inteiro ver? Eles são tão belos, pois são?...

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Daquilo da Mortágua não ter vergonha de ir buscar dinheiro a quem o acumula - 2ª parte

Um professor de economia de uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.
Esta classe em particular insistiu que o socialismo realmente funcionava: com um governo intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista. Ao invés de dinheiro, usaremos as notas das provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe e, portanto, seriam justas. Todos receberiam as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém seria reprovado, assim como também ninguém receberia um A.
Depois de calculada a média da primeira prova todos receberam B. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – esperavam tirar boa nota, de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do sistema. Como resultado, a segunda média das provas foi D. Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um F. As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por justiça tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e sentido de injustiça, que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.
O professor explicou que o socialismo tinha falhado porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas de uns para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém vai tentar dar o seu melhor. Tão simples quanto isso.

Concluindo:
1. Não se pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade ao mais rico
2. Por cada um que recebe sem ter de trabalhar, há uma pessoa que trabalha sem receber
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem o tirar a outra pessoa
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la
5. Quando metade da população entende de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Retirado do Facebook

Daquilo da Mortágua não ter vergonha de ir buscar dinheiro a quem o acumula

O pai dela também fazia isso, pois fazia? Filho de peixe sabe nadar...

sábado, 17 de setembro de 2016

Agora a sério...

Que mal terá feita a Ana Garcia à senhora que a maquilha para ela a deixar ir tirar fotografias com a cara meio cinzenta, meio acastanhada? Caramba, é que até pensei que a rapariga tivesse uma nódoa negra na cara, depois pareceu-me sujidade e só depois é que me passou pela cabeça que aquilo era alguma vingança... É a única explicação, pois não é?

(vou abster-me de falar dos sapatos, a última vez que falei dos sapatos houve uma espécie de bomba antónia na bloga e eu agora não tenho vagar...)

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Meteste os pés pelas mãos e fizeste um mau post?

Não te justifiques, nunca caias na tentação de te justificar, amanhã é outro dia, as pessoas esquecem rápido, afinal ninguém liga assim tanto ao que tens para dizer, não há problema, respira fundo e continua, podes falar na última gracinha do teu filho, as crianças são tão fofinhas, pois não são? Cachorrinhos e gatinhos também são sucesso garantido, as pessoas gostam de tudo o que é pequenino e indefeso, em menos de três tempos haverá novo escândalo por essa blogolândia, ainda alguém se lembra da Pepa? Ou de como a Kitty Fane e a Pipoca se zangaram forte? Podes sempre fazer um post em que pedes o contributo do público, os leitores gostam de se sentir valorizados e tu medes-lhes o pulso, não te preocupes, amanhã é outro dia.

(mas se tornas um hábito fazer maus posts, com piores comentários...)

terça-feira, 13 de setembro de 2016

domingo, 11 de setembro de 2016

Darwin

E depois a pessoa tinha aqui uma hortênsia extremamente viçosa, abandonou-a cerca de um mês e meio, quando volta eis que dá de caras com uns tocos secos, a minha delicada planta, de personalidade extremamente fraca, também não resistiu à falta de apoio e sucumbiu à invasão de ervas daninhas.