quinta-feira, 26 de março de 2015

quarta-feira, 25 de março de 2015

segunda-feira, 23 de março de 2015

Isto sou eu, aqui a falar de mim para mim

Talvez lhe ofereça um vestido, tenho a certeza de que gostaria de ter um vestido às riscas, tinha pensado nuns sapatos de salto, uma coisa em bom, talvez Miu Miu, talvez Sergio Rossi, toda a gente deveria ter uns sapatos de salto alto comme il faut, sempre nos alongam a perna e nos tornam mais altos, enfim... Mas depois pensei que os sapatos não seriam a melhor das ideias, está sempre aos pulinhos, sempre a tentar chamar-me a atenção, no fundo acho que tem a secreta esperança de um dia vir a ser uma de nós, pobre... Não se lhe pode levar a mal, até é eternecedor, só quer atenção, deve ser um pouco carente, é isso. Sou bem capaz de lhe oferecer um vestido às riscas, tenho a certeza de que vai gostar.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Que vais fazer amanhã, Picante?



(como está bom de ver, esta fotografia é minha, amanhã eu pedi a um amigo que tirasse esta fotografia só para vos impressionar e fazer crer que eu sou pró a esquiar, afinal, em vinte anos de esqui eu ainda não consigo passar das pistas verdes...)

Agora o que é realmente surreal

É que haja quem se sinta à vontade para entrar intempestivamente blog alheio adentro, passando autênticos sermões sobre o que é, ou deixa de ser apropriado, os donos da casa dizerem ou fazerem, ele há coisas que não podem de modo algum ser proferidas, Deus nos livre de tal pecado, olha agora a desfaçatez de se dizer que a felicidade engorda ou de se gozar com automóveis disponíveis para serem tocados, rezem-se já três Pais Nossos, gente mal educada, que não se sabe comportar em sociedade! Mas dizia eu que essa mesma gente, a que tenta educar os outros, numa tremenda demonstração de... hum... como é que hei-de dizer isto de uma forma simpática? Err... talvez seja melhor ficarmos pelas reticências. Pois então dizia eu que essa mesma gente não encaixa, de modo algum, que lhes falem em tom gozão,  ainda que não lhes falem. Ofendem-se, amofinam-se, gritam e estrebucham, ai que horror, minha Santa Teresinha me acuda, ai tão desconsiderada e ofendida que eu fui agora.

(o diabo é que isto é demasiado fácil, essa gente amofina-se a valer, tem crises histriónicas, amua e em verdade vos digo que é muito divertido ver um adulto a amuar, tal a figura ridícula que faz)
(e uma pessoa nem disse duh...)

Pipinha, Uva, lembram-se disto?



Um nojo. Um verdadeiro nojo. Não tem qualquer espírito, uns taninos desagradáveis, caramba, até fiquei meio nauseada. Um nojo.

Ontem foi o dia

Em que fiquei realmente irritada por ter lido um post. Tudo bem que isto são só blogs. Tudo certo que há por aí muita gente ignorante. É muito verdade que isto tem de se alimentar o blog, mais posts significam mais visitas. Agora uma coisa é escrever uma espécie de folhetim não aconselhado a QI's maiores de quarenta, outra, completamente diferente, é debitar uma série de anormalidades sobre anorexia, baseadas no "eu não acho", a "mim não me parece". Caramba, aquilo dos pais se virarem para as filhas e dizerem que depois ninguém lhes pegava deu-me vontade de lhe cortar os dedinhos. Ou a internet, vá...

quinta-feira, 19 de março de 2015

Algum dia teria de fazer um repost, este parece um óptimo dia para fazer um repost

Março é o mês dos homens da minha vida, de alguns deles, pelo menos, de um dos melhores, sem dúvida. Muito do que sou lho devo, aqueles finais de tarde estivais, anos a fio, à frente de um tabuleiro, ensinaram-me a planear, a antecipar, a intuir, a confiar. Aprendi a aprender com erros, que errar faz parte da coisa, a reconhecer e tirar partido do erro, aprendi a alegria e adrenalina de ganhar por mérito próprio.
Mas, acima de tudo, este homem cá da minha vida, ensinou-me a tranquilidade de me deitar satisfeita, de dormir de um só sono, ainda hoje, se dúvidas tiver, acerca do que é correcto ou incorrecto, basta-me pensar no que decidiria o meu pai. 
Durante anos, ele orientou-me, abraçou-me, amparou-me, deu-me pernas para correr e ensinou-me a paixão pela vida. Mais tarde, fui eu que o amparei, que lhe dei a mão e o vi olhar-me com os mesmos olhos com que eu própria o olhava, há tantos anos atrás. Hoje, já não pode ouvir-me dizer-lhe o quanto o amei, o quanto o amo, o quanto ele é, porque nunca deixará de ser, determinante naquilo que sou. 
Março... o mês dos homens da minha vida, do melhor, sem dúvida.

Venho aqui só por uns breves momentos

Informar que hoje, ontem na verdade, escrevi na Maria das Palavras.  Ide lá ver, ide.